Inferno: de rubricas, de encenações..., de volta às fontes

Marcio Ricardo Coelho Muniz

Resumo


Retomando estudos publicados anteriormente, nos quais analisei, em perspectiva estrutural, a relação do Auto da Barca do Inferno com os tratados medievais das Artes de morrer, amplio a proposição feita naqueles estudos observando, agora, o momento da representação, uma das forças criadoras de forma do teatro de Gil Vicente, segundo Margarida Vieira Mendes. Para tanto, considero duas edições quinhentistas de Inferno, a de 1517, em folha volante, e a de 1562, na Copilaçam de todalas obras de Gil Vicente, discutindo a ‘autoridade’ desses testemunhos, a autoria deles, as indicações sobre as circunstâncias de representação do auto fornecidas por suas rubricas e outras indicações contextuais presentes nelas.


Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.




Signum Revista da ABREM (ISSN 2177-7306) - Associação Brasileira de Estudos Medievais