Viagem ao inferno: problemas de ecdótica e de genologia ou o diabo a quatro

José Camões

Resumo


A fixação do texto do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, e do seu lugar na História do Teatro em Portugal não é tarefa fácil.

            A Barca do Inferno conhece no século XVI quatro edições que se instituem como veículos da transmissão textual ao longo dos séculos vindouros. As diferenças textuais que apresentam resultam de processos de reescrita, sem que esteja atestada a vontade autoral na maioria delas.

            Por outro lado, as circunstâncias da produção do texto e do espectáculo são diferentes de testemunho para testemunho, criando, a par dos problemas de crítica textual, problemas de classificação genológica.


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Signum Revista da ABREM (ISSN 2177-7306) - Associação Brasileira de Estudos Medievais