Entre a Mito-Poiese e a Reprodutibilidade Técnica: a Matéria da Bretanha na Era do Capital

Marcus Baccega

Resumo


Este breve artigo pretende ensaiar uma hipótese de compreensão de um sintoma das formações sociais do Ocidente, na longa duração. Tratase do Ciclo Arturiano ou Matéria da Bretanha, que conheceu difusão ímpar na Idade Média Central e permanece como recorrência inescapável nas teias da indústria cultural contemporânea. Valendo-se da Teoria Crítica dos frankfurtianos e das considerações de Walter Benjamin e, mais recentemente, Umberto Eco, o estudo pretende propor a percepção da centralidade da própria Idade Média para a narrativa de autorrepresentação do Ocidente, por meio da discussão teórica e conceitual sobre a cultura de massas contemporânea.

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DOI: https://doi.org/10.21572/2177-7306.2011.v11.n1.15

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Signum Revista da ABREM (ISSN 2177-7306) - Associação Brasileira de Estudos Medievais